INGREDIENTES
CREME DE AÇAÍ NATURAL | Ingredientes: polpa de açaí natural, extrato de guaraná, açúcar, água, estabilizante carboximetilcelulose (INS 466), espessante goma guar (INS 412), aroma natural reforçado de guaraná e corantes vermelho bordeaux (INS 123), azul brilhante (INS 133) e caramelo (INS 150d).
ALÉRGICOS: NÃO CONTÉM GLÚTEN. ALÉRGICOS: PODE CONTER LEITE. PODE CONTER LACTOSE.
Contém aromatizante sintético idêntico ao natural. Colorido artificialmente.
CREME DE CUPUAÇU | Ingredientes: polpa de cupuaçu natural, leite integral, açúcar, água, aromatizantes, estabilizante carboximetilcelulose (INS 466), emulsificantes/ emulsionantes goma guar (INS 412) e goma xantana (INS 415), conservante sorbato de potássio (INS 202) e corantes artificiais amarelo tartrazina (INS 102) e amarelo crepúsculo (INS 110).
ALÉRGICOS: NÃO CONTÉM GLÚTEN. ALÉRGICOS: CONTÉM LEITE. CONTÉM LACTOSE.
Contém aromatizante sintético idêntico ao natural. Colorido artificialmente.
ARMAZENAR A -18ºC OU MAIS FRIO.







De acordo com o folclore brasileiro, existia uma tribo indígena muito numerosa. Como os alimentos estavam escassos, era difícil conseguir comida para toda a tribo. Então o cacique Itaki tomou uma decisão muito cruel: resolveu que, a partir daquele dia, todas as crianças recém nascidas seriam sacrificadas para evitar o aumento populacional da tribo. Até que um dia a filha do cacique, chamada Iaçá, deu à luz a uma menina que também teve de ser sacrificada. Iaçá ficou desesperada, chorava todas as noites de saudades. Ficando vários dias enclausurada em sua oca, pediu a Tupã que mostrasse ao seu pai outra maneira de ajudar seu povo, sem o sacrifício das crianças. Certa noite de lua cheia, Iaçá ouviu um choro de criança. Aproximou-se da porta de sua oca e viu sua filhinha sorridente, ao pé de uma grande palmeira. Porém, no rosto, trazia ainda um sorriso de felicidade. Seus olhos estavam em direção ao alto da palmeira que se encontrava carregada de frutinhos escuros. Então Itaki mandou que apanhassem os frutos, obtendo um vinho avermelhado que batizou de açaí, em homenagem a sua filha (Iaçá invertido). Alimentou seu povo e, a partir daquele dia, suspendeu a ordem de sacrifício das crianças.







